quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Vigésimos Primeiros Encontros

Pirâmide natural, feita pelo mar e pelo vento

Fado

Ontém à noite fui a Alfama ao jantar de uma amiga de longa data que fez 40 anos. Fomos a um restaurante onde se canta o fado, claro está, e onde a própria amiga surpreendeu o grupo quando ela própria se levanta e se faz à guitarra. A indumentária que levava já tinha dado para desconfiar que ela andava naquelas andanças. Parecia uma verdadeira fadista! Mas o fado que me leva aqui a falar é outro - o preço descarado que paguei por umas febras grelhadas mal paridas. Assim não dá! O fado vadio que vá para o raio que o parta se o que temos de pagar para ouvir algumas vozes mal amanhadas nos soa a abuso de confiança. Para o turista até pode soar a very typical, mas para o indígena mais ou menos local, que repara no maço de notas que o dono do sítio ostenta, a febra húmida e a batata frita peganhenta ficam um bocado atravessadas. O que vale é que havia bolo de anos!

domingo, 10 de agosto de 2008

sexta-feira, 1 de agosto de 2008